Projeto Pipa
Execução dos
trabalhos será com 4º, 5º, 6º, 7º e 8º anos
Professores da
Oficina de tempo integral
Marcos R. Paglione
Marcione Mª de Souza
Maria Inês
Ivete Fonseca
Débora de Souza Araujo
Marcos R. Paglione
Marcione Mª de Souza
Maria Inês
Ivete Fonseca
Débora de Souza Araujo
Cidade Seródio
Com o objetivo de enriquecer
e aprimorar os estudos de Geometria sobre ângulos, retas, polígonos, medidas,
simetria e mosaicos, elaborei um projeto de confecção de pipas. Pretendo com
isso, mostrar as diversas possibilidades de abordagem de temas em diversas
áreas (disciplinas) presentes numa atividade cultural milenar: a confecção de
pipas.
A
história das pipas é recheada de mistérios, de lendas, símbolos e mitos, mas
principalmente de muita magia, beleza e encantamento. Tudo começou quando o
homem primitivo se deu conta de sua limitação diante da capacidade de voar dos
pássaros. Essa frustração foi o mote para que ele desse asas a sua imaginação.
O primeiro
vôo do homem está registrado na mitologia grega e conta que Ícaro e seu pai,
Dédalo, aprisionados no labirinto de Creta pelo rei Minos, tentaram alcançar a
liberdade voando. Construíram asas com cera e penas e conseguiram escapar.
Apesar das recomendações do pai embevecido pela possibilidade de dominar os
ventos, Ícaro negligenciou a prudência e chegou muito perto do Sol, que
derreteu a cera das asas e precipitou-o ao mar matando-o.
De qualquer forma
o homem não parou por aí. Mesmo levando em conta o estranho acidente da lenda
de Ícaro, ele continuou a ousar, desafiando a natureza com sua imaginação. As
pipas nascem desta tentativa frustrada de voar, quando o homem transferiu para
um artefato de varetas, papel, cola e linha sua vontade intrínseca de planar,
de alçar vôo de terra firme.
Teorias, lendas e suposições
tendem a demonstrar que o primeiro vôo de uma pipa ocorreu em tempos e em
várias civilizações diferentes, mas, com toda certeza, a data aproximada gira
em torno de 200 anos antes de Cristo. O local: China.
No Egito hieróglifos antigos já contavam de objetos que voavam controlados por fios. Os fenícios também conheciam seus segredos, assim como os africanos, hindus e polinésios.
No Egito hieróglifos antigos já contavam de objetos que voavam controlados por fios. Os fenícios também conheciam seus segredos, assim como os africanos, hindus e polinésios.
Todo esse encantamento
demonstrado pelas pipas me fez perceber que, esse projeto iria integrar a
curiosidade e o senso comum dos alunos e o conhecimento formal de matemática
proposto pelas escolas.
Esse projeto visa também
integrar, de forma multidisciplinar, as disciplinas de Matemática, Ciências,
Geografia, Educação Artística e Língua Portuguesa.
Sequencias didáticas
Ø
Oficina de pipas;
Ø
Oficina de rabiola;
Ø
Oficina de
amarração;
Ø
Pipas ao vento
Ciências em ação;
Ø
Arte e ciências –
Pesquisa cientifica;
Ø
Brincando com
Seguranças;
Ø
Final para autora
Sofi, a pipa bailarina;
Ø Carta de Leitor;
Ø Carta de Leitor;
Ø
Concurso de
pipas;
Ø
Empinando a pipa;
Recursos materiais:
Ø Varetas de bambu
Ø carretel de linha nº10
Ø Papel de seda
Ø Saco de lixo
Ø Esquadro, tesoura e cola
Ø Máquina fotográfica
Ø Livro de Sofi
Avaliação
A Avaliação será através da
participação Execução e o desempenho dos alunos durante todas as etapas do
projeto.
Bibliografia
Plano Pedagógico
Institudo EDP



















































































































































































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