domingo, 25 de setembro de 2016

Projeto Pipa


Execução dos trabalhos será com 4º, 5º, 6º, 7º e 8º anos


Professores da Oficina de tempo integral
Marcos R. Paglione
Marcione Mª de Souza
Maria Inês
Ivete Fonseca
Débora  de Souza Araujo

Cidade Seródio

            Com o objetivo de enriquecer e aprimorar os estudos de Geometria sobre ângulos, retas, polígonos, medidas, simetria e mosaicos, elaborei um projeto de confecção de pipas. Pretendo com isso, mostrar as diversas possibilidades de abordagem de temas em diversas áreas (disciplinas) presentes numa atividade cultural milenar: a confecção de pipas.



A história das pipas é recheada de mistérios, de lendas, símbolos e mitos, mas principalmente de muita magia, beleza e encantamento. Tudo começou quando o homem primitivo se deu conta de sua limitação diante da capacidade de voar dos pássaros. Essa frustração foi o mote para que ele desse asas a sua imaginação.
O primeiro vôo do homem está registrado na mitologia grega e conta que Ícaro e seu pai, Dédalo, aprisionados no labirinto de Creta pelo rei Minos, tentaram alcançar a liberdade voando. Construíram asas com cera e penas e conseguiram escapar. Apesar das recomendações do pai embevecido pela possibilidade de dominar os ventos, Ícaro negligenciou a prudência e chegou muito perto do Sol, que derreteu a cera das asas e precipitou-o ao mar matando-o. 
De qualquer forma o homem não parou por aí. Mesmo levando em conta o estranho acidente da lenda de Ícaro, ele continuou a ousar, desafiando a natureza com sua imaginação. As pipas nascem desta tentativa frustrada de voar, quando o homem transferiu para um artefato de varetas, papel, cola e linha sua vontade intrínseca de planar, de alçar vôo de terra firme.
Teorias, lendas e suposições tendem a demonstrar que o primeiro vôo de uma pipa ocorreu em tempos e em várias civilizações diferentes, mas, com toda certeza, a data aproximada gira em torno de 200 anos antes de Cristo. O local: China.
No Egito hieróglifos antigos já contavam de objetos que voavam controlados por fios. Os fenícios também conheciam seus segredos, assim como os africanos, hindus e polinésios.
Todo esse encantamento demonstrado pelas pipas me fez perceber que, esse projeto iria integrar a curiosidade e o senso comum dos alunos e o conhecimento formal de matemática proposto pelas escolas.
Esse projeto visa também integrar, de forma multidisciplinar, as disciplinas de Matemática, Ciências, Geografia, Educação Artística e Língua Portuguesa.


     Sequencias didáticas

Ø  Oficina de pipas;
Ø  Oficina de rabiola;
Ø  Oficina de amarração;

Ø  Pipas ao vento Ciências em ação;
Ø  Arte e ciências – Pesquisa cientifica;

Ø  Brincando com Seguranças;
Ø  Final para autora Sofi, a pipa bailarina;
Ø Carta de Leitor;

Ø  Concurso de pipas;
Ø  Empinando a pipa; 

Recursos materiais:

      Ø  Varetas de bambu
Ø  carretel de linha nº10
Ø  Papel de seda
Ø  Saco de lixo
Ø  Esquadro, tesoura e cola
Ø  Máquina fotográfica
Ø  Livro de Sofi

 Avaliação

            A Avaliação será através da participação Execução e o desempenho dos alunos durante todas as etapas do projeto.

       





































































































































































Bibliografia

Plano Pedagógico
Institudo EDP 

























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